Símbolos – Glossário

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Símbolos – Glossário

Bom dia Amigos!

Hoje falaremos sobre diversos símbolos (Glossário):

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“A”

Abelha: Símbolo da realeza, símbolo da organização e do trabalho, inteligência, trabalho operário, espiritualmente significa a emanação divina.

Abracadabra: Palavra de poder, de origem hebraica cabalística, está relacionada com Abraxas e com o Deus Solar Mitra. Geralmente inscrita dentro de um triângulo invertido na disposição.

Acácia: Símbolo maçônico, representa a busca do homem pelos mistérios da morte.

Água: Elemento da natureza. Símbolo do princípio feminino das emoções, inconsciente, está ligado a maternidade, útero, geração fertilidade, princípio da vida.

Águia: Símbolo da força, o poder, o sol, no cristianismo simboliza o mensageiro celestial, na idade média foi usada como símbolo da realeza, da glória majestade, na maçonaria o símbolo da audácia, capacidade de ver, investigar, equivale ao Leão na Terra.

Âncora: Símbolo da esperança, no cristianismo está associado a dois peixes.

Anel: Símbolo da União, do ciclo cósmico e metafísico, também simboliza a proteção, o poder concentrado.

Ar: Um dos símbolos da natureza, o ar é masculino, ativo, o ar está relacionado com o sopro da vida, dando-nos a ideia do princípio criativo da criação. O fogo só existe diante do oxigênio, e está contido na água, portanto o ar tem esse poder de intercalar-se com os outros elementos. 

Arca: Mito hebraico, a arca da aliança, simboliza em todas as doutrinas, o poder de preservar, guardar, ocultar, assegurar o renascimento.

Arco-Íris: Simboliza a união entre dois polos, no caso espiritualista, seria o encontro da matéria com o espiritual, estrada em que os deuses descem a terra. Dentro das crendices no fim do arco-íris estaria um pote de ouro guardado por um duende. Na Rosacruz, significa a união e do perdão divino.

“B”

Batismo: Símbolo da purificação do espírito encarnado, junto com o elemento água, significa a escolha do homem como matéria pela purificação do seu espírito, encaminhando-se dessa forma como um aliado do bem. Iniciado.

Borboleta: Significa a alma do ser humano, a libertação do casulo, o voo da liberdade. Símbolo do renascimento.

“C”

Caduceu: Cetro, Bengala especial, Vara entrelaçada de duas Serpentes. O caduceu simboliza um cetro que é a coluna vertebral e as duas serpentes seriam a energia sexual que sobe com duas energias positiva e negativa (duas serpentes), essa energia chama-se Kundalini. Símbolo do Deus grego Hermes (Mercúrio romano), emblema do equilíbrio moral e da boa conduta.

Candelabro: Suporte da luz, o candelabro seria o símbolo da luz espiritual.

Cão: Símbolo da fidelidade, na umbanda é o símbolo da cura, como o orixá Obaluaiê, do candomblé e umbanda.

Cavalo: Presente em todos as mitologias, até por ser um elemento parceiro do homem, do guerreiro. Está associado a força e ao desejo material, a força sexual. Também mitologicamente o Centauro é a união desses elementos O HOMEM (força espiritual, inteligência), CAVALO (força material).

Caveira: Símbolo do caráter transitório, da morte e do tempo pré-determinado da existência humana no planeta terra. É o elemento básico da mudança, da transmutação, seria a caveira o:” Recipiente da transformação”.

Caverna: Simboliza o inconsciente. Também pode ser o coração humano, o centro espiritual dos sentimentos e emoções. Lugar escuro, secreto.

Céu: Significa o estado de beatitude, morada dos anjos, paraíso, lugar alcançado pelos justos. Esotericamente significa a consciência desperta.

Chave: Símbolo da iniciação, do princípio, daquele que guarda o segredo. Simboliza a conquista do iniciado, no caminho da espiritualidade. A chave contém o segredo, abre o portal do caminho.

Cisne: Na mitologia clássica, era o animal consagrado ao Deus Apolo e também a Deusa Afrodite (Vênus). No cristianismo evoca a pureza. Símbolo místico e ocultista dos maçons. Também significa o masculino e feminino, já que seu pescoço longo é um símbolo fálico masculino, e o corpo com delineação circulares e formas arredondadas, e sua graciosidade lembra o corpo de uma mulher.

Colar: Símbolo de proteção. O colar tem o poder de criar um escudo nos chakras Cardíaco e Laríngeo. Sua estrutura varia de acordo com a proteção solicitada, é comum o colar carregar um amuleto pendurado, muito comum uso de pedras preciosas. Imagens de santos, os escapulários católicos.

Coluna: Símbolo da firmeza, da sustentação: Sabedoria, força e beleza.

Coração: Um símbolo universal. A maioria das escolas iniciáticas considera a existência de 3 centros vitais e espirituais do ser humano:

O cérebro, o coração e o sexo. Justamente a tríade: Chakra coronário (superior), chakra cardíaco (médio), Chakra Kundalinico (Inferior). Símbolo do amor, da felicidade, da bondade, é o regulador maior da emoção humana. O coração era única víscera deixada no interior da múmia no antigo Egito.

Coruja: Símbolo dúbio. Por ser uma ave noturna, que a tudo observa, simboliza o mau agouro em algumas situações, símbolo da morte. Como enxerga nas trevas, simboliza também o conhecimento, por estar sempre em vigília, também traz consigo grande sabedoria

“D”

Diamante: Símbolo da iluminação, da luz própria, o diamante está vinculado ao sol. Tem o poder de concentrar energias. É considerada uma das nobrezas do reino mineral. Por isso tem um alto significado divino no seu uso.

Dragão: O dragão tem atributos da serpente, garras de leão, e manipula o elemento FOGO. Simboliza os instintos primitivos, a animalidade, a força etérica, densa, por isso a luta do homem em matar os dragões que moram em cavernas (seria o despertar da consciência).

“E”

Escada: Significa a caminhada, a evolução a ascensão ou involução. A ESCADA DE JACÓ, a conquista de etapas, das virtudes. Também significa a passagem de um plano para outro. Cruzar embaixo de escada é sinal de azar, uma superstição ainda viva nos dias de hoje por muitas pessoas.

Escaravelho: Símbolo espiritual e mitológico egípcio, venerado pelos mesmos, por este possuir a capacidade de sobrevivência, também de carregar o disco solar, que é um atributo desses insetos de fazer uma esfera maior que ele, com lama, terra, e rolar estas por longas distancias. Com o nome de Kepri, é um emblema do Deus Solar.

Esfinge: Representa o Desafio. Esfinge é uma imagem icônica de um leão estendido com a cabeça de um falcão ou de uma pessoa, inventada pelos egípcios do império antigo, mas uma cultura importada da mitologia grega. Tem como finalidade ser guardiã da pirâmide. Havia uma única esfinge na mitologia grega, um demônio exclusivo de destruição e má sorte, de acordo com Hesíodo uma filha da Quimera e de Ortro ou, de acordo com outros, de Tifão e de Equídina— todas destas figuras ctônicas. Ela era representada em pintura de vaso e baixos-relevos mais frequentemente assentada ereta de preferência do que estendida, como um leão alado com uma cabeça de mulher; ou ela foi uma mulher com as patas, garras e peitos de um leão, uma cauda de serpente e asas de águia. Hera ou Ares mandaram a esfinge de sua casa na Etiópia (os gregos lembraram a origem estrangeira da esfinge) para Tebas e, em Édipo Rei de Sófocles, pergunta a todos que passam o quebra-cabeça mais famoso da história, conhecido como o enigma da esfinge, decifra-me ou devoro-te: “Que criatura pela manhã tem quatro pés, ao meio-dia tem dois, e à tarde tem três? ” – Ela estrangulava qualquer inábil a responder, daí a origem do nome esfinge, que deriva do grego sphingo, querendo dizer estrangular. Édipo resolveu o quebra-cabeça: O homem — engatinha como bebê, anda sobre dois pés na idade adulta, e usa um arrimo (bengala) quando é ancião. Furiosa com tal resposta, a esfinge teria cometido suicídio, atirando-se de um precipício.

Espelho: Símbolo do pensamento ou da consciência inferior, por sua capacidade de reproduzir as imagens a sua frente. Muito usado por bruxas, magos, o espelho também aparece como um portal para uma outra dimensão.  Símbolo feminina do tipo lunar.

Espiral: Símbolo arquetipal do cosmo, símbolo do processo evolutivo do universo. Na concepção egípcia, denota formas cósmicas em movimento. Dentro do microcosmo, que é o próprio macrocosmo, temos a representação dos centros de forças do homem, os chakras são espirais vorticianas em constantes movimentos.

“F”

Falcão: Ave sagrada dos egípcios, consagrada ao Deus Hórus, análogo a águia. O falcão simboliza a ALMA.

Fênix: Ave mitológica da ave, que arde em sua chama e renasce da própria cinza. Simboliza a imortalidade da alma. Alguns alegam a própria reencarnação.

Fogo: Elemento básico da natureza. O fogo está em todos os rituais, como a chama, a luz. O fogo representa a própria vida. O fogo está em todos os níveis da evolução, desde o inferno católico sendo a chama que queima pela eternidade os espíritos dos injustos, como nas luzes do céu búdico, átmico.  O fogo das paixões, é o mesmo da vida e do corpo com espírito, pois ambos se consomem em si. Fênix que renasce das cinzas, o fogo destrói, mas também constrói, através do calor inicial, que vai multiplicando as células e criando o ser, a energia vital. O fogo também simboliza a purificação. A ascensão (fogo da kundalini), o bafo do dragão. O fogo está associado ao cosmo.

“G”

Galo: Na Grécia antiga o galo era uma ave consagrada a Esculápio, a Deus Hermes e Atena (Mercúrio e Minerva romanos), divindades do intelecto e da sabedoria. O galo simboliza a vigília, está relacionado com a Morte e a Ressurreição, considerada uma ave magnética e sensível.

Gato: É um dos animais mais místicos, está vinculado aos poderes sobrenaturais. É um animal vinculado ao ocultismo. O gato preto, o gato da bruxa. No Egito o gato é um símbolo importante dentro do contexto, como as Deusas Ísis e Bast, com corpo de mulher e cabeça de gato. O gato é considerado um vitalizador, um doador magnético, ao ser humano. Outras fontes alegam que o gato limpa os locais densos (detritos energéticos). Também alertas de intrusos sutis de nível etéricos e astrais, seriam guardiões dos locais contra seres maléficos. Gato Preto: É sinal de mau agouro.

Graal: Santo Graal, é considerado uma lenda, porém é um objeto misterioso, associado a última ceia, sendo o cálice em que Jesus Cristo institui a Eucaristia. Na mitologia Celta (inglesa), está associada ao mito do Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda e também sociedades secretas como a Ordem dos Templários e o catarismo. A busca por esse lendário objeto, foi discórdia, foi motivo de lutas. Mas simbolicamente a busca do Santo Graal, representa toda a epopeia humana na sua escala evolutiva.

Grifo: Animal mítico, com cabeça de águia, corpo de leão e cauda de serpente. Pertence a mitologia babilônica, é um animal benéfico que se encontra no caminho da iniciação, segundo a mitologia ele é um guardião protetor.

Guardião: O guardião do portal, guardião do templo, são seres, que segundo escolas iniciáticas, guardam a entrada de determinados lugares, só podendo entrar, quem passar por esses guardas, seres misteriosos, que velam segredos do universo. Esses seres podem ser elementais artificiais criados somente para esse fim, bem como ao longo da história de seres diversos que cuidam joias, tesouros, e neste imenso cabedal lendário, temos as serpentes, dragões, tubarões, jacarés, leões, seres mitológicos, duendes, ciclopes, gigantes, fantasmas, etc.

“H”

Harpa: Símbolo sonoro, da passagem, da ponte entre dois planos. Em sua forma portátil, a LIRA está associado ao Deus Apolo e Orfeu. Instrumento predileto de Platão.

 

“I”

Incenso: A queima de essências aromáticas produzindo uma fumaça perfumada que impregna o ambiente, segundo os teósofos, ocultistas, a função do incenso, é de purificar. A fumaça tem uma grande importância nos rituais primitivos. Acredita-se que a fumaça está muito próxima do plano etérico.

Inferno: Lugar destinado ao suplício, daqueles que ofenderam as leis divinas, os PECADORES. Clique aqui para matéria mais completa.

“J”

Jade: Pedra semipreciosa, muito usada no oriente, para a fabricação de amuletos e imagens de divindade. Símbolo da imortalidade.

Joia: Representa um armazenador de energias positivas, significa na simbologia o conhecimento. Uma joia associada a um guardião como o dragão zelando por ela, significa a luta do homem em busca do conhecimento.

 

“K”

Kundalini: Centro de força, chakra rádico, básico.

“L”

Labirinto: Simboliza a vida humana e seus percalços, se perder num labirinto, retornar a lugares já visitados, não encontrar a saída, são as vivencias do ser em seus corpos, e cair nos mesmo vícios, nas mesmas armadilhas, se perder no caminho. Lendariamente, temos a lenda do Minotauro, onde Teseu cai num labirinto cavernoso em Creta, e tem que lutar ou fugir com o monstro, um ser medonho com cabeça de touro. Simbolicamente, Teseu luta contra si mesmo, o monstro figura suas paixões, a caverna o inconsciente, o labirinto toda a caminhada. Ariadne, a moça que lhe ajudou a sair do labirinto dando-lhe um novelo de lã, é a inteligência do instinto, a intuição.

Lâmpada: Símbolo da inteligência, em suas diversificadas formas, a lâmpada de Aladim, que contém o Gênio que atende o pedido do seu amo, significa a inteligência humana guardada dentro do homem, do herói que busca a solução.

Leão: Símbolo Solar, considerado o rei dos animais da terra, como a água dos ares. Símbolo da força ativa, positiva, masculina, está ligado ao elemento terra e o Leão alado ao elemento fogo. Seu ponto fraco vem da água.

Leto: O rio do esquecimento na mitologia grega “Rio dos Infernos”, diz a lenda que após passarem um tempo no Hades, quem saísse desse teria que beber a água do rio para esquecerem o passado. Simboliza e explica mitologicamente porque as pessoas não se lembram de suas vidas anteriores no processo reencarnatório. Também simboliza o momento de superação da personalidade quando seleciona lembranças da vida, ou faz com que traumas, momentos negativos sejam absorvidos com naturalidade.

Lilith: Na tradição hebraica, no Talmud, Lilith foi a primeira mulher de Adão, mãe de demônios e gigantes. Por não se sujeitar ao marido, abandonou-o. Simboliza os instintos animais, sexuais, lunares e todo o primitivismo. Está relacionado com os mistérios do inconsciente. Veja mais clicando aqui.

Lótus: Planta sagrada no oriente. Os egípcios relacionam ela ao sol. No budismo símbolo da pureza total. A semente de Lótus contém em seu interior uma perfeita miniatura da futura planta, tal como um protótipo espiritual de todas coisas que existem nos mundos imateriais antes de manifestarem-se no plano material. Lótus enfia suas raízes na lama e dali tira todo o seu sustento, com sua esplendorosa beleza. Analogicamente as raízes enterradas na terra, representa o corpo físico. As folhas flutuantes no elemento água significam as emoções. A flor inserida no elemento ar significa o intelecto.

Louro: Simboliza a glória, o triunfo, planta consagrada ao Deus Apolo. Esotericamente simboliza uma coroa posta no chakra coronário mostrando a gloria do autoconhecimento.

Luz: Símbolo da iluminação, do conhecimento, sabedoria, da intelectualidade, da irradiação. Simboliza o grau de consciência conforme o grau de luminosidade. Símbolo máximo da espiritualização, no cristianismo, Jesus sentencia: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não caminhará na escuridão e terá a luz da vida” – João 8,12.

“M”

Mandala: É a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. A mandala como simbolismo do centro do mundo dá forma não apenas as cidades, aos templos e aos palácios reais, mas também a mais modesta habitação humana. A morada das populações primitivas é comumente edificada a partir de um poste central e coloca seus habitantes em contato com os três níveis da existência: inferior, médio e superior. A habitação para ele não é apenas um abrigo, mas a criação do mundo que ele, imitando os gestos divinos, deve manter e renovar. Assim, a mandala representa para o homem o seu abrigo interior onde se permite um reencontro com Deus.

Marfim: Símbolo da Sabedoria, a pureza, por isso é um material muito procurado para confeccionar amuletos.

Mar Vermelho: Significa os Obstáculos do caminho, no processo evolutiva, na alquimia os perigos nas etapas da transmutação.

Mel: Simboliza a sabedoria, a preservação, considerado junto ao leite pela igreja cristã primitiva como um alimento espiritual. O mel era usado como conservante na antiguidade.

Meteoro: Para o homem primitivo os meteoros, e meteoritos (estrelas cadentes), são sinais dos deuses, fogo cósmico e estão relacionados em todas as culturas, mitologia ao longo dos séculos. Revelações, mensagens, aviso de anjos e deuses.

Mudra: Em sânscrito é complexo sistema de gestos, muito usado em danças sagradas. Na umbanda, nas danças indianas, nas artes marciais, no reiki, etc. O polegar representa a alma universal, o dedo indicador a alma individual, o dedo médio a pureza, o anular a paixão, o mínimo a matéria. Noutro sistema o Polegar representa o éter, o indicador o ar, o médio o fogo, o anular a água, o mínimo a terra.

“N”

Néctar: Bebida dos Deuses do Olimpo na mitologia grega. Simboliza a eternidade.

 

“O”

Obelisco: Simboliza os raios de sol, já pela substancia representa a pedra, por isso significa a luz do espírito penetrante.

Oliveira: Árvore consagrada a Atena, Palas e ao poderoso Zeus. Emblema de prosperidade e da proteção dos Deuses, anjos, entidades superiores. Tem função semelhante do ocidente o ramo de arruda.

Ouroboros: A cobra que morde o próprio rabo, símbolo da continuidade da vida, significa o movimento perpétuo do cosmo. Significa que todo começo contém em si o fim e todo fim contém em si o começo.

Ovo: Símbolo da origem da vida, toda a forma ovoide significa a forma primordial de cada coisa manifestada, desde o átomo até os globos planetários. O ovo cósmico é o mundo e seus planos na concepção indiana. Os chineses acreditavam que o primeiro homem nasceu de um ovo. O OVO de páscoa é um emblema da fertilidade que sintetiza o espírito dessa crença.

“P”

Pássaro: Em todas as culturas a ave tem uma forte simbologia. Águia, falcão, Hórus, Íbis, Fênix, Ícaro, Pégaso (cavalo voador). Emblema da alma humana, buscando a liberdade, ou mesmo a precipitação para a terra, pois os pássaros têm a capacidade de viver nos dois planos, na terra e nos ares. Considerados os mensageiros, intermediários dos dois planos, significa a mediunidade presente no ser humano.

Pavão: Simbologia com várias interpretações em culturas diferentes. Pela beleza, por trocar de plumagem todos os anos, o Pavão na Índia é a ave nacional, apoteótica, por sua cauda chamativa, simboliza a totalidade, entre os cristãos, simboliza a ressurreição (voltei, cheguei), sua coroa na cabeça simboliza os sete raios, também lhe é conferida o símbolo do conhecimento oculto.

Pedra: Símbolo mais antigo, a pedra é o símbolo da unidade, do princípio, da força, da materialidade, da durabilidade, da resistência. A Pedra Bruta na maçonaria, tem o significado do homem primitivo, sem cultura, sem instrução e a Pedra Bruta deve ser polido com cinzel (vontade) e o martelo (vontade).

Pinheiro: Símbolo da vida, da eternidade, junto com o cipreste, devido à resistência de sua madeira.

Ponte: Símbolo da transição, do contato entre dois planos, da comunicação, desejo inconsciente de mudança. Mediunidade. Aquilo que está no outro lado.

“R”

: Por ser anfíbio a rã simboliza a transição entre dois estados, no caso os elementos terra e água. Tem caráter lunar.

Raio: Símbolo do poder, de uma arma poderosa par aniquilar, usada pelos Deuses. Moisés usou conforme descrição bíblica. O raio era manipulado pelos Deuses Zeus (grego), Thor (Nórdico), Orixá Xangô (Mitologia Afro), Tupã (mitologia americana), Parabrahman (hindu). Personifica o fogo celeste, o raio criador e destruidor.

Rosa: Símbolo Ocidental, representa o espírito, pureza, fecundidade, o amor.

Ruína: Significa literalmente a destruição, desolação, a morte. Porém como a tapera, que insiste em sobreviver como elemento marcante, a ruína deve ser superada, por significar uma mutilação e que deve ser absorvida na paisagem, não como uma saudade sem fim, uma dor insuperável.

“S”

Salamandra: Símbolo mitológico do fogo, é um elemental etérico. Simboliza os impulsos, a força ígnea. Tanto constrói como destrói para reconstruir, o fogo é o responsável pelo calor da terra.

Sapo: Animal usado pelos magos, bruxos, é o lado oposto da Rã, é um dos elementos cruciais dos feiticeiros devido ao veneno poderoso que estes batráquios contêm.

Serpente: Símbolo universal da energia ou da força, a cobra se molda ao terreno com sua capacidade de adaptação, convivendo entre todos os elementos (água, terra, ar (serpente alada, dragão), fogo (salamandra)). Capacidade de percepção através das vibrações, a cobra representa o guardião dos grandes tesouros, como Kundalini, nas lendas guarda relíquias, segredos, portais, passagens. Seu movimento é o mesmo das energias cósmicas, das marés, dos ventos, com fluxo e refluxo. A serpente é o símbolo da sabedoria oculta, profunda. Símbolo da sagacidade, prudência, paciência do estar alerta a qualquer movimento. A cobra percebe um rato caminhando.

Sino: Símbolo do chamamento, por ser um sinal emitido sonoramente, o sino tem a capacidade de ser usado como meio de comunicação. Esotericamente o sino pode ser usado como uma nota mântrica de ligação com o divino. Princípio meditativo.

Sol: Centro, ponto do círculo, Rei, Deus. Espiritualmente o Eu superior de cada um. Masculino, positivo, ativo. O sol representa a Luz Divina.

“T”

Tartaruga: Símbolo da paciência, do cosmo, da longevidade, porém no Egito é o símbolo da morte e das trevas.

Torre: Simboliza a fortaleza, a prisão ou ponto de libertação, elevação espiritual. Torre de babel é um exemplo da busca humana em se elevar aos céus.

Totem: Totem é qualquer objeto, animal ou planta que seja cultuado como Deus ou equivalente por uma sociedade organizada em torno de um símbolo ou por uma religião, a qual é denominada totemismo. Totem é uma palavra dos Peles Vermelhas e designa simplesmente o “Brasão” ou as “Armas” que a família o traz. O “Brasão” era pintado ou cravado na maioria dos objetos usados pelo proprietário. As famílias dos Peles Vermelhas da América mandavam esculpir os seus Totens, quando podiam. Geralmente, eram altos pilares ou postes de cedro admiravelmente trabalhados. O “Brasão” ficava no elmo e em geral era um animal selvagem, ave ou peixe. Os índios tinham-no como talismã e acreditavam que velava por eles e os protegia.

Tocha: Tem o mesmo significado das velas. A luz, a revelação, o despertar. A tocha está associada ao homem caminhando no escuro, com a luz reveladora do caminho. Representa um apêndice Solar.

Trevo: As folhas dessa planta possuem a trindade, pois o trevo possui três folhas, o trevo está associado a um amuleto de sorte, principalmente encontrado um com quatro folhas.

Trimurti: Palavra sânscrita que significa “três formas” ou “três faces”. No hinduísmo está associado a três divindades: Deus Brahma, Shiva e Vishnu. Também representa os três poderes cósmicos no qual vive a realidade: Criação, Conservação e Destruição.

Trono: O trono é um assento real, é símbolo de unidade, síntese e estabilidade. Significa o equilíbrio, a justiça, a ordem e o poder. Também está associado a segurança.

“U”

Unicórnio: Animal fabuloso, presente na mitologia de vários povos, tanto no oriente como no ocidente. É representado por um cavalo branco com um corno na testa, simboliza a pureza, símbolo da virgindade, castidade, sexualidade sublimada. Tem como significa esotérico no corno sua maior defesa, humanamente o despertar da terceira visão, o corno reto mas com estrias espiraladas representa na ponta fina um feixe de luz que entra pelo chakra coronário.

Ureus: Serpente grega com dois cornos, que representa a clarividência, simboliza a energia Kundalini que subiu pela coluna.

Urna: Receptáculo que representa o depósito de um tesouro. No catolicismo a urna em ouro ou prata, decorada em lírio branco é um dos emblemas para representar a Virgem Maria na iconografia religiosa. No budismo a urna representa a boa sorte, também a suprema inteligência que triunfa sobre o nascimento e a morte. O fim de uma missão o começo de outra.

“V”

Vaca: Símbolo geral da Mãe universal, da força geradora da natureza, a vaca é o mais sagrado de todos os animais da região hinduísta.

Vjara: Cetro do Deus Hindu. Em sânscrito significa diamante.

Vale: Espaço entre duas montanhas, ou caminho abaixo do horizonte entre dois abismos, os vales estão na parte baixa, envolvidos e cercados por elevações. Geralmente nos vales existe a fertilidade, corre rios, riachos, existe muita vida, simboliza o começo da vida, a origem, o princípio.

Vela: A vela simboliza a luz espiritual, o alívio, a oração em forma de luz, Deus. Usa-se a vela como meio de espantar seres trevosos, na proteção dos velórios, usa-se duas na cabeceira do caixão e duas nos pés. Ver matéria nesta página.

Véu: Segredo, esotérico com S, arte de ocultar. A palavra revelar, é o antônimo, porque o véu oculta, esconde.

“Y”

Yin-Yang: Símbolo chinês da distribuição dual das forças universais, é o princípio do ativo e passivo; positivo e negativo; masculino(Yang) e feminino (Yin); ao lado a figura mostra o círculo mostrando a divisão de um círculo com uma linha única sem dobraduras mas ao mesmo tempo sem ser reta. A parte clara representa o Yang e a escura o Yin. Os pontos no centro significam o germe do princípio contrário já que possuem cores opostas. Não existe luz sem os polos negativos e positivos, não existe coração trabalhando sem a sístole e diástole, não existe movimento no mar sem o fluxo e refluxo das marés. A vida só move-se por ondas como mostra a figura, e o côncavo e convexo se complementam.

 

“Z”

Zodíaco: Símbolo popular e universal, o horóscopo, é dividido em 12 signos, cada signo corresponde a um planeta, cada um tem uma personalidade, um símbolo, segundo alguns estudos o Zodíaco teria surgido de uma religião totêmica. Leia sobre os signos nesta matéria.

Abraços.

Dani

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2017-03-18T20:47:54+00:0002 setembro 2014|Categorias: Símbolos|Tags: , |

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