Halloween – A Origem

Halloween – A Origem

31 de Outubro é o Samhain, o mais importante dos oito Sabbats Celtas, marcando o início do Ano Novo Celta e o terceiro e último Festival da Colheita.

Nesta noite, celebra-se a Deusa em sua face escura como a “Anciã”, a Senhora da Morte e da Sabedoria, buscando-se o contato com os espíritos dos familiares falecidos e dos ancestrais. Na Escócia celebrava-se a deusa Nicnevin, a Anciã, Senhora da Magia e dos Ritos de Passagem, cujo festival anunciava a chegada do inverno e antecedeu os atuais festejos do Halloween.

Seguidores da tradição Wicca e Druídica do mundo inteiro celebram esse Sabbat com fogueiras, rituais e oferendas para os ancestrais, uso de divinações e práticas oraculares (bola de cristal, espelho negro, caldeirão com água, runas, tarot, I Ching). Os celebrantes usam trajes especiais, máscaras de animais e lanternas de abóboras, consumindo comidas e bebidas tradicionais (torta de abóbora, maçãs assadas, bolo dos ancestrais).

Era o único dia em que os celtas procuravam o intercâmbio com o além, “conjurando” espíritos e se comunicando com aqueles que estavam no “País do Verão”, a terra onde as almas esperam a reencarnação. Segundo as lendas, todos aqueles que tinham morrido durante o ano esperavam o dia de Samhain, quando os véus que separam os mundos são mais tênues para atravessas as fronteiras. Para guiá-los nessa passagem, eram acesas fogueiras, tochas, velas e as lanternas de abóbora com velas laranja no seu interior.

Neste dia também aconteciam celebrações gregas dedicadas às deusas Perséfone e Hécate, Senhoras do Mundo Subterrâneo.

As versões cristianizadas desses antigos festivais são o “Dia dos Mortos” e as festas mundanas conhecidas como Halloween.

 
Fonte: “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.

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About the Author:

Olá, meu nome é Fernanda, mas me chamam de Nanda, Fê, Fer, etc.. fique à vontade! Tenho 48 anos, nasci e moro em São Paulo. Sou espiritualista e procuro retirar o melhor que cada religião tem a oferecer. Trabalho numa fraternidade espírita há muitos anos. E com o passar do tempo, as pessoas começaram a me procurar para conversarem, desabafar, falar sobre seus problemas. De alguma forma inspirava confiança nelas. Paralelamente fui me aperfeiçoando nas Terapias Holísticas. Minha mediunidade é a intuição. Minha mentora direta é Nahira e a cigana que me acompanha é Lia. Elas estão sempre por perto me orientando e ajudando quando preciso ouvir e aconselhar alguém. Muitas vezes eu mesma me surpreendo com as palavras que falo. Fora elas temos os mentores da Fraternidade que orientam nosso trabalho, pois independente de qualquer coisa, nosso maior desejo é que as pessoas realmente descubram a força que têm dentro de si mesmas.